François Couperin – O músico do Rei Sol Louis XIV !!! Por Bruno Lomonaco / professor de piano e estudioso de regência orquestral. Cel para aulas : 11 98236-4340 • O Barroco: a glória do Ocidente Quem nunca se encantou ao passear pelos deslumbrantes aposentos do Palácio de Versailles? Ou não se emocionou ao ouvir um dos belos concertos de Vivaldi? Ou que não conheça algum dos populares temas de Bach, como sua “Tocatta e Fuga em ré menor”? Todas estas obras primas da arquitetura e da música são fruto de uma época interessantíssima da história, marcada pela efervescência cultural, consolidação das monarquias absolutistas e o auge do colonialismo europeu. O chamado período barroco – palavra de origem (curiosamente) portuguesa, significando “pérola irregular” – é comumente delimitado entre os anos de 1600 a 1750 (ano da morte de Bach). Em relação à música, seus principais estilos foram o italiano, francês e alemão. Para a edição de hoje, escolhi aquele que considero ser o mais belo e majestoso Prelúdio para cravo (No. 5, em Si bemol) de François Couperin (1668-1733)- que veio de uma família igualmente musical e talentosa. Couperin trabalhou para o Rei Sol – Louis XIV (1638-1715), contribuindo para e testemunhando o auge do esplendor de sua corte. #music #piano #barroco #barroque #louisxiv #roisoleil #reisol #musicaerudita #couperin #francoiscouperin

François Couperin - O músico do Rei Sol Louis XIV !!! Por Bruno Lomonaco / professor de piano e estudioso de regência orquestral. Cel para aulas : 11 98236-4340
• O Barroco: a glória do Ocidente 
Quem nunca se encantou ao passear pelos deslumbrantes aposentos do Palácio de Versailles? Ou não se emocionou ao ouvir um dos belos concertos de Vivaldi?

Ou que não conheça algum dos populares temas de Bach, como sua “Tocatta e Fuga em ré menor”? Todas estas obras primas da arquitetura e da música são fruto de uma época interessantíssima da história, marcada pela efervescência cultural, consolidação das monarquias absolutistas e o auge do colonialismo europeu.

O chamado período barroco - palavra de origem (curiosamente) portuguesa, significando “pérola irregular” - é comumente delimitado entre os anos de 1600 a 1750 (ano da morte de Bach). Em relação à música, seus principais estilos foram o italiano, francês e alemão.

Para a edição de hoje, escolhi aquele que considero ser o mais belo e majestoso Prelúdio para cravo (No. 5, em Si bemol) de François Couperin (1668-1733)- que veio de uma família igualmente musical e talentosa.

Couperin trabalhou para o Rei Sol - Louis XIV (1638-1715), contribuindo para e testemunhando o auge do esplendor de sua corte.

Confiram o que nosso expert em música erudita Bruno Lomonaco diz sobre a trilha sonora do casamento do Duque e Duquesa de Sussex : Um réquiem para a realeza – a decadência da cultura europeia através da escolha da música para o casamento real : Desde o fatídico ano de 1534, quando o rei Henrique VIII (1491-1547) se separou da igreja romana por conta de uma vaidade pessoal (o papa não quis lhe conceder o divórcio), a arte inglesa vive sua decadência. A relação não parece tão óbvia com a trilha sonora escolhida para o casamento de Meghan e Harry. Mas o belíssimo moteto acima é a prova de que desde a morte de William Byrd em 1623, (compositor da peça acima) a Inglaterra não teve mais nomes expressivos no campo da música. O mais próximo que chegaram a ter foi Georg Händel (1685-1759), que apesar de estar enterrado ao lado de Reis na grandiosa abadia de Westminster, sequer inglês era. Outro notório exemplo é Thomas Tallis (1505-1585), protegido de Elizabeth I, que apesar de ter professado a fé Católica, era protegido dos monarcas, que souberam valorizar suas tradições romanas – muito mais ricas e floreadas do que a austera música protestante. Curiosamente, até os dias de hoje ambos os compositores são lembrados por suas obras escritas em latim, não em inglês. Apesar de terem os melhores corais do mundo (os menininhos da abadia de Westminster tem uma voz que desbanca até o coro da Capela Sistina), a trilha sonora de hoje evidencia não só os efeitos nefastos da globalização e da gradual dissolução das tradições que distinguiram a elegância e singularidade da cultura europeia. My condolences, Harry! #music

Confiram o que nosso expert em música erudita Bruno Lomonaco diz sobre a trilha sonora do casamento do Duque e Duquesa de Sussex :
Um réquiem para a realeza - a decadência da cultura europeia através da escolha da música para o casamento real :

Desde o fatídico ano de 1534, quando o rei Henrique VIII (1491-1547) se separou da igreja romana por conta de uma vaidade pessoal (o papa não quis lhe conceder o divórcio), a arte inglesa vive sua decadência.

A relação não parece tão óbvia com a trilha sonora escolhida para o casamento de Meghan e Harry. Mas o belíssimo moteto acima é a prova de que desde a morte de William Byrd em 1623, (compositor da peça acima) a Inglaterra não teve mais nomes expressivos no campo da música.

O mais próximo que chegaram a ter foi Georg Händel (1685-1759), que apesar de estar enterrado ao lado de Reis na grandiosa abadia de Westminster, sequer inglês era.

Outro notório exemplo é Thomas Tallis (1505-1585), protegido de Elizabeth I, que apesar de ter professado a fé Católica, era protegido dos monarcas, que souberam valorizar suas tradições romanas - muito mais ricas e floreadas do que a austera música protestante.

Curiosamente, até os dias de hoje ambos os compositores são lembrados por suas obras escritas em latim, não em inglês.

Apesar de terem os melhores corais do mundo (os menininhos da abadia de Westminster tem uma voz que desbanca até o coro da Capela Sistina), a trilha sonora de hoje evidencia não só os efeitos nefastos da globalização e da gradual dissolução das tradições que distinguiram a elegância e singularidade da cultura europeia.
My condolences, Harry!

Dá-lhe Dalida !!! Imperdível a exposição no Galliera dos looks usados por Dalida em seus 30 anos de star musical. Nascida no Cairo/Egito, era filha de pais italianos e seu nome verdadeiro era Iolanda Gigliotti. Antes de explodir como cantora, foi Miss Egito em 1954. Nos anos 50 Balmain assinava seus looks ” jeune fille”. Já nos 60 e 70 seu estilo sensual dançava conforme a moda e Azzaro e YSL faziam parte de seu figurino de palco e pessoal. Os sapatos sempre ouro, prata , bronze , preto ou em tiras transparentes eram Dior, Charles Jourdan ou Maud Frizon. Quando gostava de um modelo encomendava em diferentes cores. ” Quand on dit Je t’aime, on veut dire aime-moi ” #dalida #exibition #galliera #museegalliera #paris #sixties #seventies #star #music #musique #followlordrolloparis

Dá-lhe Dalida !!! Imperdível a exposição no Galliera dos looks usados por Dalida em seus 30 anos de star musical. Nascida no Cairo/Egito, era filha de pais italianos e seu nome verdadeiro era Iolanda Gigliotti. Antes de explodir como cantora, foi Miss Egito em 1954. Nos anos 50 Balmain assinava seus looks " jeune fille". Já nos 60 e 70 seu estilo sensual dançava conforme a moda e Azzaro e YSL faziam parte de seu figurino de palco e pessoal. Os sapatos sempre ouro, prata , bronze , preto ou em tiras transparentes eram Dior, Charles Jourdan ou Maud Frizon. Quando gostava de um modelo encomendava em diferentes cores. " Quand on dit Je t'aime, on veut dire aime-moi "