Queridos recebi inúmeros pedidos para escrever sobre Carmem Mayrink Veiga então resolvi atende los. Conto aqui algumas histórias com detalhes maravilhosos e explico pq Carmem foi e sempre será a brasileira que fez com que os gringos suspirassem e até copiassem seu coté exotic do mais puro chic. Comecei minha carreira como editor aos 21 quase 22 anos. Três meses depois de estagiar na Vogue Brasil fiz uma materia para Casa Vogue e em seguida fui contratado como editor de estilo da mesma. Alguns tempo depois a Vogue dirigida pelo saudoso Andrea Carta, dedicou uma edição especial a Carmem Mayrink Veiga. Andrea mandou me chamar em sua sala bat-caverna e disse que gostaria que eu fizesse a materia sobre o estilo de viver de Carmem e mais : que passasse uma semana com ela no Rio para acompanhá-la em todas as fotos externas mostrando seu dia a dia e tal… Andrea me falou : não me vem a mente nenhuma outra pessoa que possa representar a Vogue ao lado desta grande senhora, apenas vc. Lá fui eu passar uma semana juntinho de CMV. Fiquei no Copa com toda a pompa bien sur e foi ali a ultima seção emocionante de fotos que conto logo mais. Ao chegar no Copa conheci Mario Testino  que por coincidencia estava no Rio… Testino ja era um super fotografo conhecido mas ainda não era o monstro sagrado como se tornou. Lembro de sua primeira expo na FAAP ( talvez patrocinada pela Zoomp se nao estou enganado). Apos receber os convidados e sorrir abertamente a todos, coxixou no meu ouvido: será que fico até o fim ou é mais chic ir agora? Respondi : se já sorriu para todos é melhor deixar um gostinho de quero mais e desaparecer. Dito e feito até pq depois da exposiçao houve uma festa em sua homenagem e lá, Mario deveria estar novamente. Voltando a minha tarefa editorial, cheguei as 9:00 da manhã no apto de Carmem na Ruy Barbosa para conhece-la, ver o apto e estudar as fotos que começariam em seguida. Carmem vem ao living usando uma longa bata de algodão amarelo-alaranjado e a primeira coisa que me disse com uma maneira absolutamente sedutora que só ela possuía :  Meu primeiro namorado foi um conde italiano chamado Fabrizio. TEXTO CONTINUA NO SITE fabriziorollo.com

Queridos recebi inúmeros pedidos para escrever sobre Carmem Mayrink Veiga então resolvi atende los. Conto aqui algumas histórias com detalhes maravilhosos e explico pq Carmem foi e sempre será a brasileira que fez com que os gringos suspirassem e até copiassem seu coté exotic do mais puro chic.
Comecei minha carreira como editor aos 21 quase 22 anos. Três meses depois de estagiar na Vogue Brasil fiz uma materia para Casa Vogue e em seguida fui contratado como editor de estilo da mesma. Alguns tempo depois a Vogue dirigida pelo saudoso Andrea Carta, dedicou uma edição especial a Carmem Mayrink Veiga. Andrea mandou me chamar em sua sala bat-caverna e disse que gostaria que eu fizesse a materia sobre o estilo de viver de Carmem e mais : que passasse uma semana com ela no Rio para acompanhá-la em todas as fotos externas mostrando seu dia a dia e tal... Andrea me falou : não me vem a mente nenhuma outra pessoa que possa representar a Vogue ao lado desta grande senhora, apenas vc. Lá fui eu passar uma semana juntinho de CMV. Fiquei no Copa com toda a pompa bien sur e foi ali a ultima seção emocionante de fotos que conto logo mais. Ao chegar no Copa conheci Mario Testino  que por coincidencia estava no Rio... Testino ja era um super fotografo conhecido mas ainda não era o monstro sagrado como se tornou. Lembro de sua primeira expo na FAAP ( talvez patrocinada pela Zoomp se nao estou enganado). Apos receber os convidados e sorrir abertamente a todos, coxixou no meu ouvido: será que fico até o fim ou é mais chic ir agora? Respondi : se já sorriu para todos é melhor deixar um gostinho de quero mais e desaparecer. Dito e feito até pq depois da exposiçao houve uma festa em sua homenagem e lá, Mario deveria estar novamente. Voltando a minha tarefa editorial, cheguei as 9:00 da manhã no apto de Carmem na Ruy Barbosa para conhece-la, ver o apto e estudar as fotos que começariam em seguida. Carmem vem ao living usando uma longa bata de algodão amarelo-alaranjado e a primeira coisa que me disse com uma maneira absolutamente sedutora que só ela possuía :  Meu primeiro namorado foi um conde italiano chamado Fabrizio. TEXTO CONTINUA NO SITE fabriziorollo.com

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